sábado, 11 de junho de 2011

Cartório ajudou Globo na grilagem de terreno do PROJAC, diz testemunha

Na CPI do 9º Ofício (na Assembleia Legislativa do RJ), que apura irregularidades na ocupação de terrenos da Barra da Tijuca (zona nobre do Rio de Janeiro), a advogada Maria Alcina Dias Torga afirmou que o Cartório do 9º Ofício facilitou a grilagem de um terreno de 300 mil metros quadrados para os donos das Organizações Globo.

“O cartório pegou esse terreno, desmembrou e fez quatro registros no nome de uma empresa chamada Dermesil…Comuniquei a irregularidade a diversos órgãos da Justiça e ao Ministério Público, mas nada foi feito.” – disse Maria Alcina.

A empresa Dermesil Comérico, Administração e Participação, pertenceria à família de Roberto Marinho, dono da Globo na época.

Nestas terras da cidade do Rio é que foi construído o PROJAC da TV Globo. (Do Jornal do Brasil)

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Contradições no nosso país



Em discurso no Plenário da Câmara, o deputado federal Delegado Protógenes (PCdoB-SP) fala sobre as contradições no nosso país. Ele lembra que enquanto o governo do Rio de Janeiro prende bombeiros, pais de família, a justiça solta e protege o banqueiro bandido Daniel Dantas.

domingo, 5 de junho de 2011

Video: O Reverso da Mídia (A Era da Insensatez)










quinta-feira, 2 de junho de 2011

EUA na internet: postura hipócrita

Por Iroel Sánchez, no blog cubano La Pupila Insomne:

O sítio Russia Today (http://rt.com) lembra que o governo dos EUA anunciou um investimento de 19 milhões de dólares em atividades destinadas à “luta contra a censura na internet” e em seu próprio território promove várias ações para censurar o uso da rede.

Projeto de lei para um “apagão presidencial”

Uma das controvérsias que gerou o debate sobre a liberdade de expressão na rede dos Estados Unidos foi o projeto de lei “Protecting Cyberspace as a National Asset Act” (Proteção do Ciberespaço como Bem Nacional – PCNAA), que está sendo examinado no congresso estadunidense. A proposta foi apresentada no verão passado e pretende dar ao presidente do país o poder para cortar a conexão da internet em situações de emergências, tais como os ciberataques massivos.

No caso da lei ser aprovada, os operadores da internet, as ferramentas de buscas e os fabricantes de softwares selecionados pelo governo serão obrigados a cumprir “imediatamente”, com o risco de sofrer multa, as medidas de emergências impostas pelo departamento de segurança nacional.

Coica: medida de censura à pirataria

Outra discussão foi gerada para combater a pirataria na rede. A pergunta é: até onde é possível chegar defendendo a propriedade intelectual sem colocar em risco a liberdade digital? O comitê jurídico do Senado aprovou um projeto legislativo para bloquear todos os sítios da internet dedicados a descargas ilegais e à venda de produtos falsificados.

A legislação, conhecida por sua sigla em inglês Coica (Combating Online Infringement and Counterfeits Act) – luta contra a inflação online e atos de falsificação – ao ser ratificada será aplicada a todas as páginas supostamente suspeitas, inclusive em outro países. O objetivo é acabar com os sítios nocivos, que distribuem ilegalmente materiais protegidos por direitos autorais. Assim, por exemplo, a página do Youtube seria uma das primeiras a entrar da mira dos legisladores.

Entre os críticos deste regulamento estão empresas poderosas como Google ou Yahoo, que estão vendo na medida uma encoberta forma de censura. Os especialistas advertem que também existe risco de que a medida seja replicada por governos autoritários que podem começar a bloquear domínios para se protegerem, alheios às preocupações sobre a violação de direitos autorais.

Vínculos com materiais terroristas

Os sítios que contêm links com material terrorista também são bloqueados. O problema é que não está preciso o que eles entendem por “material terrorista”. O sítio Blogetery foi suspenso do serviço de seu servidor, a empresa norte-americana BurstNet, por conter uma lista das “vítimas potenciais da Al Qaeda”, supostamente publicada na plataforma. Com o fechamento do sítio, mais de 70 mil blogs que a empresa hospedava saíram do ar automaticamente e sem aviso prévio aos usuários

EUA: pela liberdade do Facebook, não ao WikiLeaks

Para tratar de minimizar os danos causados pelo Wikileaks, as autoridades dos Estados Unidos não evitaram recorrer à censura. A Força Aérea dos EUA bloqueou o acesso de seus empregados ao sítio da mídia que publica os vazamentos. O porta-voz do Comando Espacial da Força Aérea no Colorado, Toni Tones, explicou que “foi bloqueado o acesso a sítios que contêm material impróprio, software malicioso e material classificado, como os publicados pelo WikiLeaks”.

O mal-estar causado no seio do Departamento de Estado pela página de Julian Assange, nem a Hillary Clinton ocultou. Durante sua palestra na Universidade George Washington, em fevereiro passado, a secretária de Estado reconheceu que o governo sofreu as conseqüências da divulgação de documentos secretos e fez um apelo para adotar um código de conduta às atividades da internet. Especificou que ao ser elaborado este documento não deveria de maneira nenhuma colocar em perigo o intercambio livre das redes sociais, tais como Twitter ou Facebook. As normas de conduta, então, seriam aplicadas nos casos como o do WikiLeaks.

Assange: “Facebook é a máquina espiã mais atroz já inventada”

Por que o Departamento de Estado é a favor das redes sociais? O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, denunciou em sua entrevista ao RT que a plataforma Facebook é uma das principais ferramentas utilizadas pelo Serviço de Inteligência estadunidense.

“Facebook é a máquina espiã mais atroz já inventada. Contem a base de dados mais completa do mundo sobre as pessoas, suas relações, seus endereços, seus locais, suas comunicações com outras pessoas e seus parentes. E está situada nos Estados Unidos e tudo é acessível à Inteligência estadunidense”, advertiu. Acrescentou que Facebook, Yahoo e outras empresas têm as interfaces integradas à Inteligência norte-americana.

A Organização Demand Progress: exige uma internet sem censura

A organização estadunidense Demand Progress tenta deter um processo que avança a todo vapor. “Nossos líderes estimulam outros países para deixar de aplicar a censura na internet. Mas agora o Congresso dos EUA está tratando de censurar a internet em sua própria casa”, diz uma declaração publicada na página oficial da sociedade.

Com respeito ao debatido projeto Coica, os ativistas assinalam que “o fato de bloquear certas páginas é uma forma de censura dura que poderia surgir dos regimes ditatoriais, em que apenas uma pessoa pode decidir qual dos sítios podem ser proibidos e os que não podem”. Segundo o fundador da sociedade, Tim Berners-Lee, o que buscamos é “que se cumpra o princípio de que nenhum governo e nenhuma organização pode bloquear arbitrariamente o acesso à internet a nenhum cidadão”.

* Tradução de Sandra Luiz Alves.

Reproduzido por:Blog do Miro

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Exclusivo: Vídeo ‘proibido’ da Globo sobre Lula



O vídeo acima mostra uma retrospectiva HONESTA dos 8 anos do governo Lula, com imagens pinçadas do próprio noticiário da TV Globo.

Disseram que esta retrospectiva especial sobre os 8 anos do governo Lula iria ao ar na Globo, no início de 2011. Nunca foi até hoje.

A retrospectiva pinça as notícias importantes de fato, que causaram impacto na vida nacional, que merecem ser lembradas à luz da história. O resultado é que as notícias positivas dominam com sobra.

Se pegarmos o noticiário da TV Globo nos 8 anos do governo Lula, há apenas uns 10% destas notícias positivas (as realmente muito importantes, conforme a retrospectiva mostra) e 90% de notícias negativas, com muito lixo, “testes de hipóteses”, factóides, assuntos de pouca importância dominando a pauta.

Os 8 anos de noticiário foram o inverso do que foi de fato o governo Lula, e quem diz é povo, quando 87% consideraram o presidente como bom ou ótimo, e apenas 4% acharam ruim ou péssimo.

Se a Globo quisesse fazer um noticiário honesto, ela faria. E com o próprio material que tem.

domingo, 8 de maio de 2011

O envolvimento secreto da TV Globo com o SNI após o atentado do Riocentro

O repórter Chico Otávio, do jornal “O Globo”, fez uma reportagem recente sobre o atentado ao Riocentro de 1981, mas se “esqueceu” de procurar informações nas fontes “prata da casa”.

Ele poderia procurar ali mesmo, nos corredores do jornalismo da própria Organização Globo, uma informação que está estampada no site da TV:

Quem foram os militares que ocuparam a redação da emissora e “não deixaram” que quase nada fosse exibido sobre o assunto?

Se a Globo se apresenta como suposta “vítima da censura dos militares do SNI” (Serviço Nacional de Informações, envolvido no atentado), então por que não dá o nome dos “algozes” ao distinto público?

A partir do momento em que a ditadura acabou, qualquer boa empresa jornalística correria para abrir seus próprios arquivos que foram submetidos à censura.

Quando a TV guarda segredo dos nomes e fatos, induz à conclusão óbvia de que, em vez vítima, houve a cumplicidade de quem fez um pacto de “lei do silêncio”, sabe-se lá a troco de quê.

19 meses depois, Globo e SNI protagonizam o escândalo Proconsult

Outro fato demonstra que as relações da Globo com o SNI eram bem mais amistosas do que ela quer admitir.

Na apuração das eleições de novembro de 1982, a Globo divulgava os números da apuração repassados da totalização fraudada pela PROCONSULT (empresa de processamento de dados composta por agentes que serviam ao SNI).

O sistema de computadores estava programado para fraudar a vitória de Leonel Brizola, através de um chamado “fator delta”.

No esquema, a Globo apareceu no papel de quem divulgou dos números fraudados, e daria credibilidade ao resultado perante a opinião pública. A esquema deu errado devido à apuração paralela com base na fiscalização dos boletins de urna, feita pelo partido de Brizola.

A fraude tornava-se pública com a divulgação pela Rádio Jornal Brasil da apuração paralela.

Mesmo quando a fraude já era evidente e pública, a Globo continuou, por um bom tempo, divulgando os números fraudados, do SNI, quer dizer, da Proconsult.

Por Zé Augusto, no Os amigos do Brasil

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Participe! Diga sim à Operação Satiagraha não à corrupção

TODOS CONTRA A CORRUPÇÃO!!!!!

Assine este abaixo-assinado


O ministro temporário do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Adilson Vieira Macabu, está prestes a enterrar a operação que desvendou um dos maiores esquemas de desvios de verbas públicas e crimes financeiros do país. O Ministro e relator do processo no STJ aceitou o pedido de Habeas Corpos do acusado de corrupção e preso pela Polícia Federal, o banqueiro Daniel Dantas, e votou pela anulação de todo o processo penal contra o banqueiro.

O esquema foi denunciado pelo deputado Federal Delegado Protógenes (PCdoB-SP) no Plenário da Câmara dos Deputados, que mostrou documentos que provam ser o filho de ministro temporário do STJ, Adilson Macabu Filho, empregado do advogado Sérgio Bermudes, patrocinador das causas de Daniel Dantas.

O ministro Napoleão Nunes Maia Filho acompanhou integralmente o voto de Macabu, o que estabeleceu o placar em dois a zero para a tese da anulação. O ministro Gilson Dipp pediu vista do processo e o julgamento foi suspenso. A previsão é que a análise do processo seja retomada no mês de maio. Além de Gilson Dipp, faltam votar mais dois ministros da 5ª turma do STJ: Jorge Mussi e Laurita Vaz.
Para impedir que o trabalho do Ministério Público e da Polícia Federal e de todos os brasileiros seja sepultado, o deputado Delegado Protógenes está organizando uma campanha de apoio à Satiagraha e contra a corrupção. Os ministros não podem aceitar que um banqueiro, condenado por desvio de dinheiro público, seja inocentado.

DIGA SIM À SATIAGRAHA E NÃO À CORRUPÇÃO

Mande um email para os ministros Gilson Dipp, Jorge Mussi, Laurita Vaz e para o presidente do STJ, Ari Pargendler, e diga que o povo não aceita o fim da Satiagraha.
Presidente do STJ Ari Pargendler - presidencia@stj.jus.br
Ministro Gilson Dipp - stj.gmgd@stj.jus.br
Ministra Laurita Vaz – gabinete.laurita.vaz@stj.jus.br
Ministro Jorge Mussi – gmjm@stj.jus.br
Ministro Napoleão Nunes Maia Filho – gab.napoleaomaia@stj.jus.br

Dados adicionais:
  • criado em 2011-04-27.
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  • autor: Deputado Federal Delegado Protógenes
  • comunidade: brasileiros
  • categoria: Segurança Nacional
  • Site: http://www.delegadoprotogenesqueiroz.com.br/
  • Destinatário: protogenes@uol.com.br; dep.delegadoprotogenes@camara.gov.br; Calebe Pacheco ; wanderley@aepetro.org.br; wanderleyjunior@atarde.com.br; marcos.emilio@camara.gov.br; marcosemilio65@gmail.com; presidencia@pcdobsp.org.br; alcineia@pcdobsp.org.br
Por: http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/8640

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